Após mobilização do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e Associação Paulista de Medicina (APM), que se reuniram dia 26 de março com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, a administração municipal manifestou-se formalmente sobre a Taxa de Resíduos Sólidos de Saúde – TRSS, indevidamente cobrada dos médicos, por meio do envio de boletos.
Conforme comunicado da Secretaria Municipal de Finanças, divulgado em 30 de março, a prefeitura reconheceu o equívoco, voltou atrás, mas não atendeu completamente a reivindicação dos médicos, representados pelo Cremesp e APM, que solicitaram o cancelamento automático e imediato da cobrança de todos os médicos, sem burocracia.





